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Reflexão Semanal

Page history last edited by camila.pead@... 1 year, 10 months ago

 

 

 

Inicio esta página com uma reflexão postada no blog.

 

 

Chegou o tão esperado e temido ESTÁGIO! Como pode ser temido se já praticamos há tanto tempo, há anos? Talvez pelo fato de que estaremos sendo observadas (mesmo que virtualmente) e avaliadas. O fato é que não é possível evitar e passar este semestre sem que ele se efetive. Dentre tudo o que tem passado em minha cabeça em relação a isso uma frase do professor Paulo Albuquerque ecoa continuamente:

“...o Estágio não é a reprodução moral dos costumes. Ele deve ser o momento de materialização do “inédito viável”.”

 

 

Com o passar dos anos nos “acostumamos” a muitas coisas: com a rotina de horários, com o barulho do trânsito, com o latido do cachorro da vizinha, dentre outras. Sendo assim, nos acomodamos e passamos a realizar a mesma rotina sem muito refletir sobre ela. Já pouco nos incomoda o latido do cachorro, acordamos antes do relógio despertar e tão pouco ouvimos o trânsito! Nos acostumamos. Refletimos pouco, nos reavaliamos menos ainda. É preciso dar conta dos conteúdos programados, das atividades pendentes, da disciplina em aula, dos valores, da casa, da família e do próprio cachorro (que talvez incomode a vizinha também). O “INÉDITO VIÁVEL”. É inédito, ainda não aconteceu. Ele espera que tenha oportunidade de acontecer e que seja por nossas mãos, onde possamos torná-lo palpável. Essa idéia me angustia e de certa forma me amedronta. Porém, também é viável, o que traduz um caminho que pode ser percorrido, possível de ser trilhado e, com certeza, bastante prazeroso por se tratar de escrever a nossa história como educadores. O caminho é longo, mas a estrada não é deserta, em contradição ao clássico infantil, pois nos apoiamos e somos apoiados continuamente nessa rede que se estabeleceu quando iniciou o curso.

10 de abril de 2010


Semana 1

 

A primeira semana se passou e nem sei ao certo como iniciar esta reflexão. Posso iniciar falando sobre minha intenção em “fazer um novo fim”. Desejo, realmente, realizar atividades que sejam significativas e legais com meus alunos. Penso que utilizar o que a Escola tem de significante, como os setores, seja uma boa pedida. A reflexão acima, do dia 10 de abril, foi postada antes de iniciar o estágio. Ela sinaliza este desejo, o de fazer diferente algo que estamos acostumados a fazer. Imaginei a semana se desenrolando e nossa turma desenvolvendo as atividades diferentes com muita alegria e apropriação. Porém, tive dificuldade em desenvolver todos os itens, pois a turma é bastante inquieta e tem muita dificuldade em parar por alguns momentos, ouvir e entender o que se propõe. Em alguns momentos me enrolei! Para se ter uma idéia, uma professora que realiza uma oficina com eles no turno da tarde utiliza um microfone e caixa de som para poder ser ouvida. Sendo assim, se gasta muito tempo acalmando esta turminha barulhenta para poder motivar para um trabalho legal. Me pergunto constantemente se a atividade proposta é adequada. Uma coisa não posso negar: reflito o tempo inteiro!

Nesta semana, depois do feriadão, pensei em fazer um minhocário com os alunos pra poder observar o percurso que as minhocas fazem na terra. Penso quer vai ser uma atividade legal e que chamará bastante a atenção deles. Espero poder realizar a atividade com êxito.

18 de abril de 2010

 


 

Semana 2

 

 

Não sei se entendi o como fazer a reflexão semanal.  Ainda não posso publicar as fotos das crianças, pois ainda não me entregaram as autorizações pelo uso da imagem. Assim que conseguir essas autorizações publico-as. Penso que esta seja uma reflexão...

 

Semana pequena (apenas quinta e sexta com aula), mas com uma grande mudança. Quando eu e os alunos pensamos em o quê trabalhar neste tempo de estágio pensamos que com a proximidade do inverno a escolha de trabalhar-se com os chás seria um tema bem relevante. Até porque os “chazinhos da Tia Braulina”, uma funcionária muito querida pelos alunos, curam de dor de cabeça até perna quebrada... santo remédio. Porém, na sexta feira alguns alunos alertaram a lebre: “Profe, quem sabe a gente muda de setor? Vamos trabalhar com a horta da Escola e aí a gente pode usar o abudo das minhocas lá! É bem mais tri!” Estes foram ovacionados pelos demais. Me deu um nó! Pensei que havia OUVIDO atentamente os alunos quando refletíamos sobre “o quê fazer”, mas acho que faltou ouvidos. Talvez tenha sido afoita e não tive a sensibilidade exata para captar a vontade das crianças. Nesse momento penso que ser flexível seja retomar a caminhada e dar ênfase a outros aspectos. De repente, este seja o motivo de eles estarem tão dispersos. Não estava interessante. Não fazia sentido. Não foi precisa microfone e caixas de som para entender. Sendo assim, muita informação e nenhuma experiência, segundo Larrosa.

Penso, neste momento, que o mais correto seja repensar o setor escolhido e fazer o direcionamento para a olericultura. Nesta segunda feira iremos traçar as novas escolhas e reorganizar a nossa vida, pois o tempo está passando e o importante é fazer as coisas com sentido.

 

25 de abril de 2010

 

ok

 


 

Semana 4

 

Esta semana foi barrada pela tecnologia, ou pela falta dela. Havia programado abrir um pbwork com os alunos a fim de publicar o desenvolvimento do estágio, bem como a rotina dos alunos na escola, já que passam o dia todo nela. Como a escola ainda não possui laboratório de informática, pensei em utilizar o notebook da supervisão para fazer isto. Porém, não consegui o notebook emprestado, não conseguindo executar esta tarefa juntamente com os alunos, como havia programado.

Ao iniciar este curso, em 2006, as professoras falavam que até concluirmos este, todas as escolas teriam laboratório de informática para uso dos alunos. O que percebe-se hoje é que muitas escolas já possuem laboratório, mas os alunos não tem acesso. Podem “estragar os computadores”. Outras ainda nem ao menos possuem um. Nossa escola ganharia muito se pudesse contar com este recurso, pois além de conhecer outras realidades, outras escolas, poderia buscar informações sobre novas tecnologias usadas juntamente com a agricultura e a pecuária.  

 


Semana 5

 

Semana especial. Dentro das práticas realizadas pude perceber o envolvimento dos alunos e a seriedade com que realizavam as atividades. Não havia ainda observado este envolvimento. Acredito que em parte isso ocorreu porque estou mais segura na execução do projeto, deixando-os mais seguros também. Percebo o quanto é importante o professor saber, ter domínio do que está fazendo. Muitas vezes fui convencida (não pelos outro, mas por mim mesma) de que meus 17 anos de magistério seriam suficientes para desenvolver uma boa (ou razoável) prática em sala de aula. Prática esta que privilegiava basicamente a demanda de compromissos com os conteúdos programados. Muita tarefa a cumprir, pouco envolvimento, pouco significado.

Este marco entre a fragmentação, o isolamento a inflexibilidade minha e a possibilidade de mudança dá-se pelo diálogo estabelecido neste espaço do PEAD. Segundo Freire em sua obra Educação como prática da Liberdade, a importância das relações para a ação dialógica.  

 

Entendemos que, para o (humano), o mundo é uma realidade objetiva, independente dele, possível a ser conhecida. É fundamental, contudo, partirmos de que o (ser humano), ser de relações e não só de contatos, não apenas está ‘no’ mundo, mas ‘com’ o mundo. Estar ‘com’ o mundo resulta de uma abertura à realidade, que o faz ser ente de relações que é (FREIRE, 2000; p.47)

 

Sendo assim, rico e proveitoso tempo de repensar práticas e redescobrir possibilidades.

 


 

Semana 6

 

Semana comprida até quinta feira... o dia D (Da visita do professor Paulo e da Rossana), um ponto bastante relevante da semana. Na visita algo que posso destacar foram os comentários do professor, quando ressaltou a importância de que a reflexão é um ponto essencial para a prática com intenção. No dia seguinte, os alunos ficaram empolgados com a visita e falaram um pouco disso. Acharam-se importantes, pois os “professores da professora estiveram lá e viram seus trabalhos”. Comentaram o quanto chamara à atenção a “cabeça verde” do Emmanuel, no qual estava menor do que os demais. Quando isto aconteceu, lembrei do que o professor Paulo havia comentado sobre as percepções e as relações que os alunos faziam durante as experiências e prestei mais atenção e gastei mais tempo nesta tarefa: o escutar e o problematizar. Neste sentido, várias foram as hipóteses para que esta diferença de crescimento se desse. Alguns diziam que os “cabelos verdes” não cresceram, pois o Emmanuel havia sacudido muito seu boneco e as sementes foram parar no meio da serragem, não havendo luz para que se desenvolvesse. Outros pensaram que, ao sacudir o boneco as sementes foram parar embaixo da serragem, e quando colocamos a cola quente para colar os pezinhos, esta queimou as sementes, impedindo seu crescimento. Propus que pesquisassem durante o final de semana e procurassem respostas para este acontecimento. Segunda feira choveu hipóteses. Percebi o quanto de respostas os alunos têm e como perguntamos pouco. Geralmente damos as respostas antes mesmo que os alunos tenham tempo para formularem suas hipóteses e procurar estabelecer relações importantes para que a aprendizagem aconteça. 

 

 


 

Semana 7

 

 

 

 

Esta semana foi bastante diferente das demais, pois pensei muito nas observações que o Professor Paulo e a Rossana fizeram sobre minha prática e reflexão. Estamos muito acostumados a fazer algumas tarefas e, às vezes, elas passam despercebidas para nós. Creio que a grande ênfase deste tempo de estágio se dá no olhar diferenciado proposto para nossa prática.

É surpreendente a maneira como está se desenvolvendo a realização das experiências com as plantas feitas em sala de aula e na horta da escola. É interessante como as crianças percebem algumas coisas que a nossa visão apressada não percebe. Como sita Jorge Larrosa Bondia em “Notas sobre a experiência e o saber de experiência”, “pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que somos e ao que nos acontece”.

Todas as observações feitas pelos alunos parecem ser calcadas de sentido para eles, uma vez que facilmente argumentam sobre suas hipóteses e fazem trocas que demonstram o quanto é prazeroso trabalhar com algo que os agrada, como as plantas, a terra, o meio em que vivem, pois para muitos esta é uma rotina. A diferença é que estamos pensando sobre o que está acontecendo neste processo. Em uma das tarefas realizadas na horta uma aluna chamava à atenção para o cheiro que a terra tem. Todos os outros se sentiram atraídos pela sensibilidade da colega. Fiquei encantada com aquilo. Quando chamei a atenção sobre isso à resposta foi que ela está muito acostumada com este cheiro, pois se lembrava da casa em que morava quando menor e nela ajuda seu pai em sua pequena plantação. Momento rico e cheio de sentido. Aproveitamos o momento para sentir o cheiro de outros elementos da natureza e percebemos o quanto ela é rica e capaz de gerar em nós sensações agradáveis e de muita aprendizagem. Creio que este dia foi muito significativo, principalmente para mim, pois aprendi mais do que qualquer outro. Creio que seja fundamental para a aprendizagem o aproveitar e explorar as possibilidades que a escola proporciona, já que os alunos passam o turno integral nela.

 

 


Semana 8 

 

Nesta semana recebemos as cartas enviadas pelos alunos da colega Rosária. Os alunos ficaram eufóricos, pois eles nunca haviam recebido uma carta enviada pelo correio antes. Abrimos as cartas, lemos e começamos a escrever a resposta. As respostas estavam recheadas de curiosidade, pois eles ficavam imaginando como seria cada um dos remetentes e como seria sua escola na realidade, já que muitos a descreviam. Levamos quase dois dias escrevendo. Não imaginei que demoraria tanto, mas meus alunos não queriam deixar escapar nenhum detalhe para que os novos amigos pudessem entender mesmo do que eles falavam.

 Neste sentido um aluno falou que mesmo que tentássemos descrever nossa escola e nossas experiências eles talvez não entendessem. Então surgiu a idéia de fazermos um vídeo mostrando nossa realidade. Eles ficaram muito entusiasmados com a idéia e logo já se imaginaram como atores. Foi um momento bastante divertido, e logo já começaram a ensaiar suas falas. No outro dia levei a máquina fotográfica pra aula e realizamos as filmagens com um dos recursos que a máquina possui.  Foi seguramente um dos momentos mais significativos do ano, pois eles tiveram que pensar em quem são, onde estão e o que fazem, para poderem elaborar sua fala, sua apresentação. Outro aspecto marcante foi a segurança, a propriedade e o orgulho com que falaram da escola e das atividades que desenvolveram neste tempo. Como fiquei orgulhosa também! Penso que neste momento eles puderam fazer uma leitura de tudo o que vivenciaram e se apropriaram neste tempo. Este recurso foi bastante válido, também, porque muitos não têm acesso às tecnologias. Sendo assim, pretendemos utilizar estes recursos em outros momentos para tornar as aulas mais significativas e prazerosas.

 

 


Semana 9

 

Nas reuniões pedagógicas realizadas na escola um dos enfoques é que o relevante das aulas seja o trabalho com a produção de textos, leitura e interpretação, bem como as quatro operações. Esta deve ser a base trabalhada com os alunos dos primeiros anos do ensino fundamental. Segundo os professores dos anos seguintes, “eles precisam chegar prontos no sexto ano”. Então, este tem sido o maior propósito das professoras do currículo. No entanto, algo que acredito merecer igual relevância é o trabalho de conscientização ambiental, e tudo o que se refere a este assunto.

Dentro das atividades que estamos realizando, uma merece ser chamada à atenção. Realizamos a montagem de composteiras em garrafas pet (como exemplo) e também no chão, ao lado da horta da escola. Este trabalho foi riquíssimo, uma vez que os alunos se envolveram muito e puderam acompanhar todo o processo, desde a montagem da composteira até a visualização do caminho percorrido pelas minhocas nesta. Mas isso não mereceria destaque se não fosse a posição que alguns alunos demonstraram. Alguns revelaram que depois que realizamos este trabalho na aula tiveram condições de construir suas próprias composteiras nos fundos de casa, fazendo todo o aproveitamento do lixo orgânico. É muito gratificante quando os alunos passam a dar real importância para aquilo que acreditamos e trabalhamos em aula. Os valores passaram a ser comuns entre nós. Nossa turma pode ter uma estreita relação entre os assuntos relativos a estas atividades. Além de entenderem a importância da nossa prática, mostraram consciência, mudança de postura e a criação de uma nova prática em relação ao aproveitamento do lixo da sua casa.

 Entendo que este seja o sentido que Larrosa pretendia em seu texto, tão lembrado pelo professor Paulo e Rossana. “A experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o quer nos toca.” Esta atividade passou por eles, tocou, aconteceu, fez diferença, sentido. Mas acredito que isto só foi possível porque estava com o olhar atento. Observando e respeitando o tempo de cada um. Nem todos os alunos tiveram esta percepção e foram tocados. Gostaria que outros também pudessem partilhar deste momento e pretendo promover outras atividades que provoquem assim, mas valeu com estes que me surpreenderam.

Pensando neste sentido, talvez devamos mudar as perspectivas do sexto ano e o conceito de chegar pronto. Estamos sempre prontos a atividades prazerosas e com muito sentido.

 

 


 

Semana 10

           Parafraseando a primeira semana: chegou o tão esperado e temido estágio – ou o final dele. Esta semana tem sensação de dever cumprido, pois se encerra um tempo de postagens semanais em relação a planejamentos e práticas, mas de grande desafio: precisamos continuar a pensar na intencionalidade de nossa prática, na melhor maneira de realizar as tarefas e no aluno (motivo pelo qual buscamos melhorar sempre). Acredito que nenhum de nós somos os mesmos: professores, tutores, instituição, familiares, nossas escolas e principalmente nós, estudantes do PEAD. A caminhada que se iniciou em 2006 não termina ao concluirmos o TCC, mas acredito que continuará, pois aprendemos a ser desafiadas e não ter receio do desafio.

           Nesta semana não falei aos alunos que meu estágio se encerrava, pois eles continuavam com o mesmo gás, e nem mesmo pretendo que este movimento que o projeto trouxe acabe.  Pretendo que até o final do ano essa turma que acompanho neste momento possa desfrutar de outros projetos que tragam tanta construção de aprendizagens como este.

 

 

Comments (10)

ppalbuquerque.pead@gmail.com said

at 10:09 am on Apr 13, 2010

Tua reflexão da semana: não entendi. Diz respeito a flexibilidade necessária ao planejamento? como conseguistes fazer a reflexão da semana antes da semana começar? ou estas usando como disparador para confirmar no final da semana?
Tenha cuidado, pois o teu leitor pode ser um desavisado como eu e levar o título ao pé da letra.
No mais fico aguardando como vais sair desta armadilha lógica que te meteste.
paulo

rossanadellacosta@gmail.com said

at 5:32 pm on Apr 19, 2010

Oi Camila. Tenho que lembrar-lhe de uma das leis de Paulo e da Rossana ( e do PEAD): é necessária a realização da reflexão semanal. Entendo que o momento está exigente, mas não há como recuperar as semanas de estágio. Aguardamos a revisão do projeto e da reflexão. bjs

ppalbuquerque.pead@gmail.com said

at 3:43 pm on Apr 22, 2010

Camila, teu plano de estágio está adequado , mas a tua reflexão semanal precisar ser re-calibrada. Estamos esperando tua reflexão semanal.
Veja o ditado zulu.
Estas dizendo que no teu plano de trabalho haverá/houve necessidade de repensar a abordagem, visto que a atenção do grupo precisa ser captada.
Isto se deve a resistência dos alunos ou é resultado de dificuldades operacionais meeesmo?

ppalbuquerque.pead@gmail.com said

at 3:10 pm on Apr 26, 2010

Camila, saudações!
Tua reflexão ou melhor narrativa aponta para alguns elementos problemáticos da semana (tempo físico (estação) tempo cronológico modo como as crianças assumiram a tarefa, tempo de vontades e...tua vontade de flexibilizar.
Teu propósito é trabalhar experiência (veja outra vez o texto do Larossa) a "mudança" em sala de aula significa o quê? o que isto tem a ver com o fazer pedagógico? Se aconteceram tantas coisas escolha uma e aprofunde com os alunos. Por quê repensar e fazer novas escolhas? Talvez continuar o que se estava fazendo - apenas tendo um cuidado maior com os tempos dos alunos e teu?

rossanadellacosta@gmail.com said

at 4:14 pm on May 3, 2010

Camila, para te ajudar no dia da visita, que está próximo, precisamos das reflexões. bjs Rossana e Paulo

rossanadellacosta@gmail.com said

at 4:50 pm on May 3, 2010

Pedimos também que escreva os pontos que consideres dificuldades pontuais do estágio, para melhor auxiliá-la na visita que se aproxima. bjs Rossana e Paulo

rossanadellacosta@gmail.com said

at 11:26 pm on May 11, 2010

Olá Camila, estamos no aguardo. bjs Rossana

rossanadellacosta@gmail.com said

at 7:34 pm on May 27, 2010

Camila, as reflexões são uma parte importante. Nào fique roendo os dedos e qualquer coisa manda um e-mail. Na quarta-feira, dia 02/06 é imprescindível que estejas presente no pólo pois o prof. Paulo trabalhará com o encaminhamento final do estágio e com o foco do trabalho de cada aluno, ok? bjs

rossanadellacosta@gmail.com said

at 12:32 pm on Jun 13, 2010

Olá Camila. recebeste as orientações do relatório final por e-mail? No wiki do professor há indicações de bibliografia para alicerçar esse trabalho. Isso não significa que não possas usar o que já buscaste até agora, nem abandonar o Larrosa se lhe parecer pertinente. Tens TODAS as condições e materiais para fazeres um ótimo trabalho. Mas não poderá ser tão econômico como as reflexões'feitas até agora, ok? Lembra que "experiência"é aquilo que "nos passa". Talvez a Madalena Freire e sua paixão por conhecer o mundo possa te auxiliar a elaborar um diálogo entre o que vivenciaste no estágio e o que se abriu como pensamento a partir daí. Qualque dúvida manda e-mail. bjs Rossana e Paulo

rossanadellacosta@gmail.com said

at 7:51 pm on Jun 20, 2010

A visita ficou para o dia 23, viste o e-mail?! Aproveita que terás a presença do professor ao vivo e a cores e já dá uma olhada nas orientações do relatório que enviamos por e-mail? Dá uma lida, ou se já começaste aproveita para direcionar as questões! bjs!!! Rossana

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